Fachin nega liminar a preso de Moro que está em Lisboa

Fachin nega liminar a preso de Moro que está em Lisboa

Fachin nega liminar a preso de Moro que está em Lisboa
O luso-brasileiro Raul Schmidt é acusado de ter supostamente intermediado o pagamento de propinas, que totalizam cerca US$ 31 milhões, a Petrobras.
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou uma liminar no habeas corpus  impetrado em favor do luso-brasileiro Raul Schmidt Felippe Junior para que fosse revogada a prisão preventiva, decretada pelo juiz Sergio Moro, da Operação Lava Jato. Schmidt foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por supostamente ter intermediado o pagamento de propinas – que totalizam cerca de 31 milhões de dólares – a Jorge Zelada, que sucedeu Nestor Cerveró na Diretoria Internacional da Petrobras e Eduardo Musa, então gerente da área Internacional da estatal.

As informações foram divulgadas no site do Supremo. A propina teria sido paga a Zelada e a Musa para que favorecessem a contratação, em 2009, da empresa Vantage Drilling Corporation para afretamento do navio-sonda Titanium Explorer pela Petrobras, ao custo de 1,8 bilhão de dólares.

Schmidt teve sua prisão preventiva decretada para a garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal. A prisão ocorreu em Lisboa em 21 de março de 2016, após inclusão de seu nome na difusão vermelha internacional da Interpol. Dias depois, a 3ª Seção do Tribunal da Relação de Lisboa decidiu converter a prisão em domiciliar. Em outubro de 2016, o mesmo órgão jurisdicional revogou a prisão domiciliar, aplicando medidas cautelares alternativas mais brandas.
 

Redação

Redação

Ver posts deste autor

http://www.semmeiaspalavras.com.br

Selfies labore, leggings cupidatat sunt taxidermy umami fanny pack typewriter hoodie art party voluptate. Listicle meditation paleo, drinking vinegar sint direct trade.

Comente com o facebook